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Estenose lombar

Por que a dor e o peso nas pernas melhoram ao sentar ou inclinar o corpo para frente?

Você começa a caminhar normalmente, mas depois de alguns minutos sente peso, dor, cansaço, formigamento ou fraqueza nas pernas e precisa parar? Ao sentar ou inclinar o corpo para frente, os sintomas diminuem e você consegue continuar?

Esse padrão pode estar relacionado à estenose lombar, uma condição em que ocorre redução do espaço disponível para as estruturas nervosas na região inferior da coluna.

Quando a estenose provoca sintomas nas pernas durante a caminhada ou permanência em pé, pode surgir um quadro chamado claudicação neurogênica. A Mayo Clinic descreve como manifestações típicas dor, peso, fraqueza ou parestesias em glúteos, pernas e pés durante caminhada ou permanência prolongada em pé, geralmente com melhora ao sentar ou inclinar o tronco para frente.

Esse comportamento é uma pista importante porque diferencia a estenose lombar de várias outras causas de dor nas pernas.

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Neste artigo, você vai entender:

  • o que é estenose lombar;
  • o que significa estreitamento do canal vertebral;
  • por que caminhar pode provocar sintomas;
  • por que sentar ou inclinar o tronco ajuda algumas pessoas;
  • como diferenciar de uma dor ciática comum;
  • por que a capacidade de caminhar pode diminuir;
  • como a fisioterapia pode ajudar;
  • quando outros tratamentos precisam ser considerados.

Na estenose lombar, o problema nem sempre é uma dor constante nas costas. Para algumas pessoas, a principal queixa é simplesmente não conseguir caminhar por muito tempo sem sentir peso, dor ou fraqueza nas pernas.

O que é estenose lombar?

A estenose lombar é o estreitamento de espaços da coluna por onde passam estruturas nervosas.

A palavra “estenose” significa justamente estreitamento.

Na coluna lombar, esse estreitamento pode ocorrer no:

  • canal vertebral central;
  • recesso lateral;
  • forame por onde sai a raiz nervosa.

A Mayo Clinic explica que a estenose lombar frequentemente está relacionada a alterações degenerativas, como desgaste dos discos, aumento das articulações facetárias, espessamento de ligamentos e outras mudanças que reduzem o espaço disponível para os nervos.

Toda estenose provoca sintomas?

Não.

Esse é um ponto muito importante.

Uma pessoa pode apresentar estreitamento em um exame de imagem e não sentir nenhuma limitação.

A própria Mayo Clinic destaca que a estenose lombar vista em exames pode ser assintomática.

Por isso, a ressonância não deve ser interpretada isoladamente.

É necessário relacionar os achados com:

  • sintomas;
  • comportamento da dor;
  • força;
  • sensibilidade;
  • capacidade de caminhar;
  • exame físico;
  • impacto na rotina.

Por que a estenose lombar é mais frequente em adultos e idosos?

A causa mais comum está relacionada a alterações degenerativas que se desenvolvem ao longo dos anos.

Com o envelhecimento, podem ocorrer:

  • desgaste dos discos;
  • diminuição da altura discal;
  • aumento das articulações da coluna;
  • formação de osteófitos;
  • espessamento dos ligamentos;
  • alterações no alinhamento vertebral.

Essas mudanças podem reduzir progressivamente o espaço disponível ao redor das estruturas nervosas.

O Leeds Community Healthcare NHS descreve a estenose adquirida como geralmente relacionada a mudanças degenerativas progressivas da coluna, incluindo crescimento ósseo, espessamento ligamentar e alterações dos discos.

Pessoas mais jovens podem ter estenose?

Podem, embora seja menos comum.

Algumas pessoas nascem com um canal vertebral naturalmente mais estreito. Outras podem desenvolver estreitamento relacionado a:

  • alterações estruturais;
  • trauma;
  • doenças específicas;
  • outras condições da coluna.

Mesmo assim, o padrão degenerativo é particularmente importante em adultos mais velhos.

O que é claudicação neurogênica?

A claudicação neurogênica é o conjunto de sintomas nas pernas provocado pela estenose lombar durante determinadas posições ou atividades.

Ela pode causar:

  • dor;
  • peso;
  • cansaço;
  • formigamento;
  • dormência;
  • fraqueza;
  • sensação de pernas “pesadas”.

Os sintomas geralmente aparecem ou aumentam ao:

  • caminhar;
  • permanecer em pé;
  • manter a coluna mais estendida.

E tendem a melhorar ao:

  • sentar;
  • inclinar o tronco;
  • apoiar-se para frente.

O NHS de Leeds descreve exatamente esse padrão, explicando que pessoas com claudicação neurogênica frequentemente precisam sentar ou inclinar-se para frente para aliviar os sintomas durante a caminhada.

Por que a dor e o peso nas pernas aparecem ao caminhar?

Quando a pessoa caminha ereta, a coluna lombar tende a permanecer em uma posição relativamente mais estendida.

Em uma coluna com pouco espaço disponível para os nervos, essa posição pode reduzir ainda mais algumas áreas do canal e dos forames.

Isso pode aumentar a irritação das estruturas nervosas.

A pessoa começa a caminhar e, depois de certa distância, sente progressivamente:

  • peso;
  • dor;
  • fraqueza;
  • formigamento;
  • necessidade de parar.

A Mayo Clinic descreve esse padrão como pseudoclaudicação ou claudicação neurogênica, com sintomas provocados principalmente por caminhada ou permanência prolongada em pé.

A distância de caminhada pode diminuir?

Pode.

Algumas pessoas inicialmente conseguem caminhar vários quilômetros.

Com a evolução dos sintomas, podem perceber que precisam parar depois de:

  • algumas quadras;
  • poucos minutos;
  • pequenos trajetos;
  • caminhadas dentro de mercados ou shoppings.

Essa redução da distância de caminhada pode afetar significativamente a independência.

Por que sentar melhora os sintomas?

Ao sentar, a coluna lombar normalmente entra em uma posição de maior flexão.

Essa posição pode aumentar temporariamente o espaço disponível para determinadas estruturas nervosas.

Por isso, algumas pessoas sentem alívio relativamente rápido depois de sentar.

A Mayo Clinic afirma que a dor e as câimbras nas pernas provocadas pela estenose lombar frequentemente melhoram quando a pessoa se senta ou se inclina para frente.

O alívio precisa ser imediato?

Não necessariamente.

Algumas pessoas percebem melhora em poucos minutos, enquanto outras precisam descansar por mais tempo.

O importante é observar o padrão repetitivo:

caminhar ou ficar em pé → sintomas aumentam → sentar ou flexionar → sintomas diminuem.

Esse padrão de piora em extensão e melhora em flexão é uma pista clínica importante, mas ainda precisa ser analisado junto com exame físico e outras possíveis causas de dor nas pernas.

Por que inclinar o corpo para frente pode ajudar?

Inclinar o tronco para frente também coloca a coluna em uma posição relativamente mais flexionada.

Isso pode aumentar o espaço disponível no canal e reduzir temporariamente a pressão sobre estruturas nervosas em algumas pessoas.

Por esse motivo, é comum ouvir relatos como:

  • “Consigo andar melhor empurrando o carrinho do supermercado.”
  • “Na bicicleta quase não sinto.”
  • “Quando me apoio para frente, melhora.”

Um material do NHS escocês descreve melhora típica em posições como sentar, pedalar ou empurrar um carrinho, justamente porque essas atividades mantêm o corpo mais inclinado para frente.

Isso significa que a pessoa deve andar curvada?

Não.

A melhora ao inclinar o tronco é uma característica do quadro, não uma recomendação para permanecer curvado o dia inteiro.

O tratamento busca encontrar estratégias que permitam melhorar a função e preservar capacidade física sem transformar uma postura de alívio em uma obrigação permanente.

Estenose lombar é igual a dor ciática?

Não.

A ciática é um termo utilizado para sintomas relacionados ao nervo ciático ou às raízes nervosas que contribuem para sua formação.

Uma hérnia de disco, por exemplo, pode irritar uma raiz nervosa e provocar:

  • dor irradiada;
  • formigamento;
  • dormência;
  • choque;
  • fraqueza.

Na estenose lombar, também pode existir dor irradiada, mas um dos padrões mais característicos é a limitação progressiva ao caminhar ou permanecer em pé, com melhora ao sentar ou flexionar o tronco.

Um serviço especializado em coluna do NHS diferencia esses padrões ao explicar que algumas pessoas com estenose apresentam ciática constante, enquanto outras ficam praticamente sem sintomas sentadas e desenvolvem dor progressiva nas pernas ao se levantar e caminhar.

A estenose pode causar ciática?

Pode.

Se uma raiz nervosa específica estiver comprimida, sintomas radiculares podem aparecer.

Por isso, estenose e radiculopatia não são conceitos mutuamente exclusivos.

A estenose lombar pode causar dor nas duas pernas?

Pode.

Os sintomas podem ocorrer:

  • em uma perna;
  • nas duas;
  • de forma assimétrica.

Algumas pessoas sentem principalmente peso e cansaço. Outras apresentam dor, formigamento ou dormência.

A intensidade também pode variar entre os lados.

Pode existir estenose sem dor lombar?

Sim.

Algumas pessoas têm dor lombar, mas outras apresentam predominantemente sintomas nas pernas.

A Mayo Clinic descreve dor ou câimbras nas pernas como manifestações frequentes da estenose lombar, enquanto a dor lombar pode ou não estar presente.

Isso explica por que algumas pessoas procuram atendimento dizendo:

“Minha coluna não dói tanto, mas minhas pernas pesam quando caminho.”

Como diferenciar claudicação neurogênica de problema circulatório?

Essa diferenciação é importante porque problemas vasculares também podem provocar dor ou cansaço nas pernas durante a caminhada.

Na claudicação neurogênica, são características importantes:

  • relação com a postura;
  • piora em pé;
  • melhora ao sentar;
  • alívio ao inclinar o tronco.

Na claudicação vascular, o desconforto está mais relacionado à demanda de circulação durante o esforço.

Existem diferenças clínicas, mas nem sempre são fáceis de distinguir sem avaliação.

Além disso, pessoas mais velhas podem ter as duas condições ao mesmo tempo.

Por isso, redução importante da tolerância à caminhada merece investigação adequada.

Que outros sintomas podem aparecer?

Além da dor e do peso nas pernas, podem ocorrer:

  • formigamento;
  • dormência;
  • sensação de queimação;
  • fraqueza;
  • dificuldade para manter longas caminhadas;
  • redução do equilíbrio;
  • necessidade de apoio;
  • dor em glúteos;
  • dor em panturrilhas;
  • dificuldade em permanecer parado em pé.

Quando o quadro progride, a pessoa pode começar a organizar toda a rotina em função dos lugares onde conseguirá sentar.

Como a estenose pode afetar a autonomia?

A capacidade de caminhar está diretamente relacionada à independência.

Quando uma pessoa começa a evitar caminhadas, pode deixar de:

  • fazer compras;
  • passear;
  • viajar;
  • caminhar no bairro;
  • participar de atividades sociais;
  • realizar exercícios;
  • cuidar de tarefas externas.

Além disso, reduzir demasiadamente a atividade pode contribuir para:

  • perda de força;
  • redução de condicionamento;
  • piora do equilíbrio;
  • maior insegurança;
  • perda de autonomia.

Em adultos e idosos, tratar a estenose lombar não significa olhar apenas para uma imagem da coluna. Preservar a capacidade de caminhar e participar da rotina é um dos principais objetivos funcionais.

Quais sinais merecem avaliação profissional?

Procure avaliação quando houver:

  • dor ou peso recorrente nas pernas ao caminhar;
  • diminuição progressiva da distância percorrida;
  • formigamento;
  • dormência;
  • fraqueza;
  • necessidade frequente de sentar;
  • dificuldade para permanecer em pé;
  • alteração de equilíbrio;
  • limitação crescente da rotina.

Quando procurar atendimento com urgência?

Alguns sintomas exigem avaliação médica rápida, como:

  • perda importante ou progressiva de força;
  • alteração súbita da marcha;
  • perda de controle urinário;
  • perda de controle intestinal;
  • dormência na região íntima;
  • incapacidade importante para caminhar;
  • sintomas neurológicos rapidamente progressivos.

Alterações de bexiga ou intestino são raras na estenose lombar, mas são reconhecidas como possíveis sinais graves e precisam de investigação rápida.

Exames são sempre necessários?

Nem sempre no primeiro momento.

Uma avaliação detalhada pode identificar um padrão bastante sugestivo.

O profissional pode investigar:

  • quanto tempo a pessoa consegue caminhar;
  • quais posições pioram;
  • o que alivia;
  • presença de sintomas neurológicos;
  • força;
  • sensibilidade;
  • equilíbrio;
  • mobilidade.

Quando é necessário confirmar alterações estruturais ou planejar outras formas de tratamento, exames de imagem podem ser solicitados.

Ressonância confirma a causa dos sintomas?

Ela ajuda a visualizar o estreitamento, mas precisa ser relacionada ao quadro clínico.

Isso porque pessoas podem apresentar estenose em imagem sem sintomas.

Portanto, não é correto tratar uma ressonância isoladamente.

Como funciona o tratamento conservador?

O tratamento depende da intensidade dos sintomas e do impacto funcional.

Opções não cirúrgicas podem incluir:

  • fisioterapia;
  • exercícios;
  • adaptação de atividades;
  • recursos auxiliares de marcha;
  • medicamentos prescritos;
  • estratégias de controle de sintomas;
  • outras intervenções médicas conforme o caso.

A Mayo Clinic inclui fisioterapia, exercícios, dispositivos auxiliares, medicamentos e encaminhamento cirúrgico entre as possibilidades de manejo.

Como a fisioterapia pode ajudar nesses casos?

A fisioterapia pode ajudar principalmente a preservar e melhorar a capacidade funcional.

O plano pode trabalhar:

  • força;
  • mobilidade;
  • resistência;
  • equilíbrio;
  • caminhada;
  • estratégias para administrar sintomas;
  • confiança para realizar atividades.

O NHS de Leeds destaca o exercício como uma estratégia importante para evitar perda de força de quadris e pernas e melhorar estabilidade e capacidade de caminhar.

Avaliação da capacidade de caminhar

Um aspecto central é entender:

  • quanto a pessoa consegue caminhar;
  • em quanto tempo surgem sintomas;
  • quais sintomas aparecem;
  • quanto tempo leva para melhorar;
  • se inclinar para frente muda o quadro;
  • se usar apoio modifica a tolerância.

Isso permite acompanhar objetivamente a evolução.

Fortalecimento das pernas

Quando a pessoa reduz caminhadas por medo ou dor, pode perder força.

O programa pode incluir exercícios para:

  • quadríceps;
  • glúteos;
  • panturrilhas;
  • músculos do quadril;
  • tronco.

A progressão deve respeitar a tolerância individual.

Exercício cardiovascular

Nem toda atividade cardiovascular precisa ser caminhada prolongada em pé.

Dependendo do caso, alternativas que mantêm o tronco em posição mais confortável podem permitir maior tolerância.

A bicicleta ergométrica é um exemplo frequentemente utilizado porque mantém uma posição relativamente flexionada.

O objetivo é preservar condicionamento sem provocar aumento excessivo de sintomas.

Mobilidade

A fisioterapia pode avaliar:

  • quadris;
  • coluna;
  • tornozelos;
  • cadeia muscular.

Rigidez em outras regiões pode aumentar o esforço necessário para caminhar.

O trabalho de mobilidade deve ser escolhido conforme o padrão do paciente.

Treino de equilíbrio

Em pessoas com insegurança, fraqueza ou idade mais avançada, o equilíbrio também precisa ser considerado.

Os exercícios podem incluir:

  • transferência de peso;
  • apoio em uma perna com segurança;
  • mudanças de direção;
  • tarefas funcionais;
  • treino de obstáculos;
  • estratégias para prevenção de quedas.

É necessário fortalecer a coluna?

Pode ser útil trabalhar tronco, mas o tratamento não deve se limitar a exercícios genéricos de “fortalecimento da lombar”.

A capacidade de caminhar depende do conjunto formado por:

  • tronco;
  • quadris;
  • joelhos;
  • tornozelos;
  • equilíbrio;
  • condicionamento.

Por isso, o programa deve ser construído de acordo com as limitações encontradas.

Caminhar ainda é importante?

Sim, quando possível e seguro.

A caminhada pode ser treinada em doses menores, com intervalos ou estratégias de alívio.

Por exemplo, dependendo do caso, a pessoa pode realizar:

  • caminhadas curtas;
  • pausas programadas;
  • trechos alternados;
  • progressão gradual de distância;
  • uso temporário de apoio quando indicado.

O objetivo é evitar tanto o excesso que provoca grande piora quanto a redução completa da atividade.

Bengala ou andador podem ajudar?

Em alguns pacientes, sim.

Esses dispositivos podem:

  • aumentar estabilidade;
  • reduzir risco de queda;
  • aumentar confiança;
  • permitir maior distância de caminhada.

A Mayo Clinic também observa que um andador pode ajudar algumas pessoas porque oferece estabilidade e possibilita uma posição levemente inclinada para frente, que pode reduzir sintomas.

O recurso precisa ser ajustado corretamente.

Como funciona o cuidado na prática?

Avaliação inicial

O fisioterapeuta pode perguntar:

  • Quantos minutos você consegue caminhar?
  • Onde os sintomas começam?
  • As duas pernas são afetadas?
  • Sentar melhora?
  • Inclinar o tronco ajuda?
  • Existe dormência?
  • Há perda de força?
  • Você consegue andar melhor apoiado em um carrinho?
  • Existe dor lombar?
  • Já houve quedas?
  • A distância de caminhada está diminuindo?

Essas informações ajudam a identificar o padrão funcional.

Avaliação física

Podem ser observados:

  • força;
  • sensibilidade;
  • equilíbrio;
  • marcha;
  • mobilidade;
  • postura;
  • capacidade de levantar e sentar;
  • subida de degraus;
  • tolerância ao exercício.

Construção do programa

O plano pode incluir:

  1. educação sobre a condição;
  2. exercícios em posições toleráveis;
  3. fortalecimento de pernas e quadril;
  4. condicionamento cardiovascular;
  5. treino de equilíbrio;
  6. caminhadas intervaladas;
  7. progressão funcional;
  8. estratégias para a rotina.

A resposta aos exercícios ajuda a orientar a progressão.

A fisioterapia elimina o estreitamento do canal?

Não.

Exercícios não aumentam permanentemente o tamanho anatômico do canal vertebral nem removem osteófitos.

O objetivo é trabalhar as consequências funcionais da condição.

Isso pode incluir:

  • melhorar força;
  • aumentar condicionamento;
  • otimizar movimentos;
  • ampliar tolerância às atividades;
  • reduzir incapacidade;
  • recuperar confiança.

Essa diferença é importante para evitar promessas inadequadas.

Quando outros tratamentos podem ser considerados?

Quando os sintomas permanecem muito limitantes apesar de tratamento conservador, uma avaliação médica especializada pode discutir outras opções.

Isso pode incluir tratamentos farmacológicos, procedimentos específicos ou cirurgia, dependendo do caso.

A indicação cirúrgica costuma ser considerada quando a limitação é importante, há comprometimento neurológico relevante ou o tratamento conservador não proporciona função suficiente.

A Mayo Clinic descreve diferentes procedimentos cirúrgicos destinados a criar mais espaço para as estruturas nervosas, mas ressalta que resultados e riscos precisam ser analisados individualmente.

Toda pessoa com estenose precisa operar?

Não.

Muitas pessoas são acompanhadas de forma conservadora.

A necessidade de cirurgia depende de:

  • gravidade;
  • sintomas;
  • função;
  • evolução;
  • déficit neurológico;
  • resposta aos tratamentos;
  • condição geral de saúde;
  • objetivos do paciente.

Ter estenose em uma ressonância, por si só, não significa que cirurgia seja necessária.

Por que contar com uma clínica especializada?

A redução da capacidade de caminhar pode ter várias causas.

Entre elas:

  • estenose lombar;
  • radiculopatia;
  • doença vascular;
  • neuropatia periférica;
  • artrose;
  • perda de força;
  • problemas de equilíbrio.

Uma avaliação detalhada ajuda a entender qual desses fatores está predominando.

Na Sistema Fisio, na Vila Lageado, em São Paulo, o atendimento é voltado à avaliação detalhada, cuidado individualizado e recuperação funcional.

Os diferenciais reais da clínica incluem:

  • atendimento individualizado;
  • equipe especializada;
  • avaliação detalhada;
  • estrutura clínica;
  • abordagem integrada;
  • cuidado voltado à recuperação funcional.

Para quem tem estenose lombar, uma meta importante pode ser voltar a caminhar até o mercado, passear ou realizar tarefas cotidianas com menos interrupções. O tratamento deve considerar esses objetivos concretos.

Como a Sistema Fisio pode ajudar?

A Sistema Fisio pode ajudar pessoas com limitação para caminhar, dor ou peso nas pernas e sintomas relacionados à estenose lombar por meio de uma avaliação individualizada.

O serviço principal relacionado ao tema é a Fisioterapia.

O cuidado pode incluir:

  • avaliação da marcha;
  • teste de força;
  • avaliação de equilíbrio;
  • análise da tolerância à caminhada;
  • exercícios individualizados;
  • fortalecimento de membros inferiores;
  • condicionamento;
  • treino funcional;
  • estratégias para reduzir risco de quedas;
  • progressão da autonomia nas atividades.

Dependendo do caso, Exercício funcional e Pilates podem contribuir para força, mobilidade, controle e manutenção da capacidade física.

Outros recursos oferecidos pela clínica podem ser considerados quando indicados, sempre respeitando a condição clínica e a necessidade de acompanhamento médico.

Conclusão

A estenose lombar é o estreitamento de espaços da coluna por onde passam estruturas nervosas e pode causar um padrão característico de sintomas nas pernas.

Os principais pontos são:

  • nem toda estenose vista em exame provoca sintomas;
  • adultos e idosos são mais frequentemente afetados por alterações degenerativas;
  • caminhar ou permanecer em pé pode provocar dor, peso e formigamento;
  • sentar ou inclinar-se para frente pode aliviar;
  • esse padrão é chamado de claudicação neurogênica;
  • estenose lombar e ciática não são exatamente a mesma coisa;
  • a redução da caminhada pode afetar autonomia e condicionamento;
  • fisioterapia pode ajudar com força, equilíbrio, condicionamento e função;
  • exercícios não eliminam anatomicamente a estenose;
  • casos com grande limitação ou déficits neurológicos precisam de acompanhamento médico.

Se você percebe que consegue caminhar cada vez menos antes de sentir peso ou dor nas pernas e que os sintomas melhoram ao sentar, procure avaliação profissional. A Sistema Fisio pode ajudar a entender as limitações funcionais e organizar um plano individualizado de cuidado.


FAQ

1. O que é estenose lombar?

É o estreitamento de espaços da coluna lombar por onde passam estruturas nervosas. Algumas pessoas não apresentam sintomas, enquanto outras desenvolvem dor, peso ou alterações sensitivas nas pernas.

2. Por que a estenose lombar melhora quando a pessoa senta?

Sentar coloca a coluna lombar em uma posição de maior flexão, o que pode aumentar temporariamente o espaço disponível para as estruturas nervosas e reduzir sintomas.

3. Por que empurrar um carrinho pode facilitar a caminhada?

Ao apoiar-se no carrinho, a pessoa tende a inclinar o tronco para frente. Essa posição pode reduzir os sintomas em algumas pessoas com claudicação neurogênica.

4. Estenose lombar é igual a ciática?

Não. A estenose pode causar sintomas semelhantes à ciática, mas frequentemente apresenta piora progressiva com caminhada ou permanência em pé e melhora com flexão ou ao sentar.

5. A fisioterapia pode ajudar na estenose lombar?

Pode ajudar a melhorar força, condicionamento, equilíbrio, tolerância à caminhada e capacidade funcional. Ela não remove o estreitamento anatômico do canal vertebral.


Links externos sugeridos

  1. Mayo Clinic — Spinal stenosis: Symptoms and causes
    Fonte clínica sobre sintomas da estenose lombar, piora ao caminhar e melhora ao sentar ou inclinar-se para frente.
  2. Mayo Clinic — Nonsurgical treatment options for lumbar spinal stenosis
    Material sobre claudicação neurogênica, sintomas nas pernas e possibilidades de manejo não cirúrgico.
  3. Leeds Community Healthcare NHS — Spinal stenosis and neurogenic claudication
    Explica o estreitamento do canal, o padrão da claudicação neurogênica e a importância do exercício.
  4. Mayo Clinic — Spinal stenosis: Diagnosis and treatment
    Fonte sobre exercícios, dispositivos auxiliares e outras opções de tratamento.
  5. Severn Spine NHS — Lumbar spinal stenosis
    Material que diferencia pacientes com ciática persistente daqueles com sintomas progressivos nas pernas durante a caminhada.